SINDITEST-PR oficializa fim da greve e cobra cumprimento do acordo

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Retorno ao trabalho será nesta sexta, 17 de julho, com garantia de direitos e sem retaliações

O SINDITEST-PR encaminhou, nesta quinta-feira, 16 de julho, ofício às administrações da UFPR, UTFPR, UNILA e do CHC-UFPR, comunicando oficialmente o encerramento da greve e o retorno às atividades no dia 17 de julho de 2026. No documento, o Sindicato destaca que a compensação referente ao período da greve deve seguir integralmente o acordo firmado entre a FASUBRA e o Ministério da Educação (MEC). O acordo estabelece que a compensação ocorrerá por meio da execução das atividades represadas, sem imposição de jornadas extraordinárias ou de medidas contrárias ao que foi negociado nacionalmente.

Ofício 090/2026 – Comunicação de Encerramento da Greve e Retorno às Atividades

O SINDITEST-PR também solicitou que as administrações orientem as chefias e os gestores sobre os procedimentos de retorno, evitando interpretações isoladas ou cobranças indevidas nos diferentes setores.
O ofício reforça ainda que nenhum servidor ou servidora poderá sofrer retaliação por ter participado do movimento grevista. Estão vedadas práticas como perseguição, discriminação, constrangimento, assédio moral, alteração arbitrária de jornada, tratamento desigual ou prejuízo funcional.

O Sindicato acompanhará o retorno ao trabalho em todas as instituições de sua base. Caso sejam identificadas práticas antissindicais, assédio ou retaliações, serão adotadas as medidas políticas, administrativas e judiciais cabíveis. “O Sindicato estará presente para garantir o cumprimento do acordo e proteger cada trabalhador e trabalhadora. Não toleraremos assédio, intimidação, perseguição ou qualquer tentativa de retaliação aos grevistas. Em caso de reuniões sobre reposição das atividades, a categoria deve procurar o SINDITEST-PR: estamos à disposição para acompanhar, orientar e enfrentar qualquer abuso”, afirmou Ivandenir Pereira, Coordenador-Geral do Sindicato.

A entidade também reafirmou sua disposição para dar continuidade às negociações das pautas locais já apresentadas às administrações, defendendo uma nova etapa de diálogo institucional, respeito às negociações coletivas e valorização dos Técnico-Administrativos em Educação.

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