Pesquisa do Sinditest sobre teletrabalho nas Universidades

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Entender como os trabalhadores e trabalhadoras da base estão vivenciando a experiência do teletrabalho. Este é o objetivo da pesquisa encomendada pelo Sinditest-PR ao Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps). O questionário, enviado por e-mail e divulgado nos grupos de whatsapp, busca mapear as condições de trabalho, identificar as dificuldades e desafios dos TAEs em relação à modalidade e, sobretudo, coletar a opinião da categoria sobre a manutenção do serviço remoto. O resultado do levantamento será analisado em profundidade e possibilitará ao Sindicato desenvolver, a partir dos dados, pautas e reivindicação mais assertivas sobre o tema.
📌 Como vai funcionar?
Fique atento(a) a sua caixa de e-mail. Você receberá o formulário, aplicado por meio da plataforma SurveyMonkey, através do endereço [email protected] Você também poderá acessar a pesquisa pelo link a seguir: https://pt.surveymonkey.com/r/sinditestpr. A aplicação, que durará 3 semanas, começa nesta sexta-feira (27).
📋 Estrutura
Dividido em três partes, o questionário contempla perguntas pessoas e profissionais, necessárias para identificar o perfil dos respondentes – recortes étnicos, de gênero e de condições de moradia são fundamentais para entendermos as especificidades e necessidades de cada grupo; questões específicas acerca do teletrabalho durante a pandemia; e perguntas sobre o trabalho remoto após este contexto.
⏳ O tempo de resposta médio é de 6 minutos e a configuração do formulário permite a participação também via telefone celular.
❓ Por que a sua participação é importante?
A participação dos técnicos e técnicas de todos os vínculos e instituições que compõem o nosso Sindicato é muito importante. Sabemos que a nossa categoria é diversa e que as necessidades não as mesmas para todos. A realização desta pesquisa vem para nos ajudar a construir uma pauta que possibilite condições de trabalho melhores para o conjunto de trabalhadores e trabalhadoras das três instituições – UFPR, UTFPR e UNILA. Esses dados vão nos dar ainda mais embasamento para a construção de um debate sério, uma argumentação sólida, que com certeza fará diferença nas futuras negociações com as gestões.
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