III Encontro de Mulheres prioriza debate com mulheres negras e violência contra as mulheres

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O I Encontro de Mulheres foi realizado em setembro de 2013. Na foto, participantes do II Encontro, realizado em novembro de 2014

O I Encontro de Mulheres foi realizado em setembro de 2013. Na foto, participantes do II Encontro, realizado em novembro de 2014

Ocorre na próxima quinta, 23, na sede social do sindicato, o III Encontro de Mulheres do Sinditest, organizado pelo Setorial de Mulheres. O debate contra a violência às mulheres e a luta das mulheres negras contra o machismo e o racismo são debates centrais do evento.

Além disso, haverá creche para quem precisar levar os (as) filhos (as), certificado de participação de 8 horas, café da manhã, almoço, café da tarde e uma oficina de introdução à defesa pessoal para as mulheres. (Veja abaixo os detalhes da programação)

Eliane Graciano, da coordenação de combate às opressões, propõe que a ideia é levar esses temas para o local de trabalho, fomentar a reflexão. “Se acontece algum caso de racismo, de machismo, de violência, o que você enquanto funcionário faz? Já parou alguma vez na vida pra pensar? Está pronto pra falar sobre isso? O que são as opressões? O que é cultura do estupro? O encontro é uma abertura pra esse debate”, afirma.

Para facilitar a organização, as inscrições devem ser realizadas via telefone (3362 7373/ 9647 2117) ou e-mail ([email protected]) até o final da tarde de quarta, 22 de junho.

ATENÇÃO: As mulheres que precisarem de declaração para apresentar para as chefias devem solicitar na recepção do sindicato.

PROGRAMAÇÃO:

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Seminário Nacional do MML

O III Encontro será um preparatório para o Seminário Nacional do Movimento Mulheres em Luta “Mulheres Pretas Têm História”, que acontece em São Paulo nos dias 23 e 24 do mês que vem. As mulheres que têm interesse em ir para o encontro do MML devem necessariamente participar deste evento proposto pelo Setorial. “Enquanto mulher negra a gente vê que a maioria das trabalhadoras são terceirizadas, não ocupam lugares de poder dentro da universidade, precisamos ampliar a visão”, destaca Eliane.

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