Por 30 horas, servidores da UFPR podem manter greve

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Natália Oshiro: “Se não houver negociação, a greve aqui não vai acabar dia 5”.

As negativas da reitoria nas últimas semanas em negociar as pautas locais de greve dentro da UFPR – tanto de servidores, como de estudantes e professores – podem prolongar a paralisação dos técnicos administrativos da universidade. Mesmo com a pauta nacional encaminhada e a previsão da Fasubra, a federação que organiza os técnicos no país, de que a greve se encerre no próximo dia 5 de outubro nas demais instituições. “Se não houver negociação da pauta local, a greve aqui não vai acabar dia 5”, garantiu Natália Oshiro, diretora do Sinditest-PR, durante assembleia na manhã desta quinta-feira, 24.

A decisão será tomada na semana que vem, na terça-feira, 29.

A administração da UFPR suspendeu todas as mesas de negociação quando um grupo de estudantes ocupou a reitoria, no dia 31 de agosto, mas não retomou o processo quando os alunos deixaram o local, alguns dias depois. O Sinditest-PR enviou dois ofícios à universidade, solicitando reuniões, mas não obteve resposta.

O item prioritário da pauta local, para os servidores, é estender a jornada flexibilizada de 30 horas semanais a todos os técnicos administrativos. Antes de suspender as negociações, a UFPR havia se comprometido a formar uma nova comissão para avaliar os processos que solicitam a flexibilização e estão parados na Secretaria de Órgãos Colegiados (SOC). No entanto, essa comissão ainda não existe.

À época, o pró-reitor de Administração, Edelvino Razzolini Filho, disse estar na expectativa de que o Ministério da Educação editasse uma portaria até o fim de agosto, regulamentando as 30 horas em todas as universidades federais, o que também não aconteceu. Atualmente, a jornada flexibilizada existe de forma integral em universidades como as federais Fluminense e da Paraíba. Em outras instituições, a situação varia. “A disputa é política, e precisamos fazer ela dentro de cada universidade”, argumentou Larissa Gysi, que é diretora do Sinditest-PR e também da Fasubra.

Na Unila, a jornada de 30 horas, que parecia consolidada, agora está sob risco, depois que uma ação foi movida pelo Ministério Público. “Se deixarmos as 30 horas morrerem aqui, vai ter um efeito cascata. Logo isso vai chegar à UTFPR e à Unila”, alertou Rufina Rodrigues, também da direção do Sinditest-PR.

Sandoval Matheus,
Assessoria de Comunicação do Sinditest-PR.

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