FASUBRA – Filiados debatem plano nacional de lutas

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Na última sexta-feira (18), diretoria da FASUBRA Sindical realizou uma reunião online com suas entidades filiadas, com o objetivo de promover o alinhamento estratégico em torno do plano de lutas da federação. O encontro, que integrou o plantão da diretoria nacional, contou com ampla participação das entidades filiadas e teve como pauta central o fortalecimento da unidade nas ações previstas para o segundo semestre de 2025. Nossos coordenadores, Wilson Messias e Antonio Neris, participaram da reunião, onde foram discutidas diretrizes para a mobilização da categoria, com foco nas lutas contra a Reforma Administrativa, pelo cumprimento integral do acordo firmado com o governo e a construção do Plebiscito Popular 2025.

A diretoria da FASUBRA reforçou a importância da participação ativa das bases nas atividades nacionais e locais, destacando a necessidade de intensificar o diálogo com os trabalhadores técnico-administrativos em educação de todo o país. Na reunião os presentes avaliaram o atual cenário político, reafirmando o compromisso da Federação com a defesa dos serviços públicos, da democracia e dos direitos da classe trabalhadora. O espaço também serviu para ouvir as demandas regionais, construir consensos e ajustar estratégias comuns para os próximos passos do calendário de mobilização.

REFORMA ADMINISTRATIVA – A Reforma Administrativa proposta  é um tema que gera bastante debate e divergências sobre seus impactos na população e ela pode, de fato, prejudicar a população, especialmente a mais vulnerável, de diversas maneiras. Uma das maiores preocupações é a possibilidade de enfraquecimento dos serviços públicos essenciais. A reforma propõe mudanças nas regras de contratação e estabilidade dos servidores, o que pode levar a:
Redução da qualidade: A flexibilização da estabilidade e a ampliação de contratos temporários podem desestimular a permanência de profissionais qualificados, gerar alta rotatividade e perda de “memória técnica”, prejudicando a continuidade e a qualidade dos serviços prestados em áreas como saúde, educação e segurança.
Descontinuidade de políticas públicas: A falta de estabilidade pode dificultar o planejamento de longo prazo e a implementação de políticas públicas duradouras, que são cruciais para o desenvolvimento social.
Aumento do apadrinhamento político: A ampliação de cargos de liderança e assessoramento com livre nomeação (cargos comissionados) pode favorecer o apadrinhamento político em detrimento da qualificação técnica, tornando a máquina pública mais suscetível a interesses particulares.

FÓRUM ESTADUAL EM DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO – Você merece serviço público gratuito e de qualidade. Participe do Ato Unificado na Boca Maldita, Centro de Curitiba, dia 29 de julho, das 10 às 14 horas.

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