Sinditest participa de ato unificado em Brasília

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Trabalhadores e trabalhadoras da base do Sinditest foram a Brasília para protestar contra os ataques em andamento nos bastidores e nas casas do Congresso Nacional. A caravana engrossou a marcha do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) em unidade com as Centrais Sindicais, que levou cerca de 10 mil pessoas à Esplanada dos Ministérios, no último dia 13.

De Curitiba, além do Sinditest, foram à capital federal: Sinsep, Sindsaúde, Sinteoeste, Adunioeste, APUFPR-SSind, Sindijus-PR, App Sindicato e estudantes da UFPR. No ato, que saiu do Museu da República e se dirigiu até o Ministério da Fazenda, servidores públicos federais, estaduais e municipais, militantes de movimentos sociais e estudantis gritaram “Fora Temer!” e “Não!” à retirada de direitos.

Os ataques são muitos, e ameaçam todo o povo brasileiro: desmonte e precarização do serviço público, reformas trabalhista e previdenciária, projetos de privatização e terceirização, Lei da Mordaça e congelamento dos orçamentos dos municípios, estados e União. Durante a marcha, os manifestantes também comemoraram a cassação de Eduardo Cunha, conquistada no dia anterior graças à mobilização nas ruas.

Adesão à luta

O servidor da UFPR Alex de Oliveira, de 35 anos, se juntou à caravana porque quer barrar as mudanças que ferem o funcionalismo público, como o congelamento de salários e progressões de carreira. “E tem também a reforma da previdência, que afeta pessoas de nosso meio. Achei importante participar, e trouxe minha esposa, que é estudante. Foi nossa primeira vez protestando em Brasília”, disse ele.

Ivone de Oliveira, servidora da UFPR lotada no Hospital de Clínicas (HC), só vê as coisas piorarem. “Vou para casa com uma informação e no outro dia já tem outra, sempre negativa”, comenta. “Sou grevista, sempre participo das paralisações e vim a Brasília para não perder mais direitos e mais benefícios. Minha aposentadoria está prevista para 2018, mas se a reforma da previdência for aprovada, vai saber quantos anos mais vou ter que trabalhar”, preocupa-se.

Paralisação nacional

Segue a construção rumo à greve geral. No dia 22 de setembro, haverá paralisação nacional convocada pelas Centrais Sindicais contra os ataques aos trabalhadores e trabalhadoras. Nenhum direito a menos!

Luisa Nucada,

Assessoria de Comunicação e Imprensa do Sinditest-PR

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