FUNPAR/HC: Se tem crise no governo, lutaremos pelo emprego

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O mote é da Campanha Salarial FUNPAR/HC 2016/2017, construído pela categoria durante assembleia de hoje, 1, no Hospital de Clínicas.

Os fundacionais estão estudando o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Na parte da tarde, às 14 horas, haverá reunião extraordinária da comissão obreira para continuar os trabalhos.

O eixo principal da campanha salarial é a luta pela manutenção dos empregos – conforme acordo assinado pelo reitor Zaki Akel as demissões podem ocorrer nos próximos quatro anos – e contra o apelo argumentativo da patronal voltado para a crise econômica. “Se nós vamos deixar alguma coisa pro futuro, que seja uma lembrança de luta” assinalou Rosana Nunes Silva, integrante da comissão obreira.

A restituição das perdas acumuladas, a reposição da inflação e o aumento real nos salários somam 19%. Este será o índice levado para a mesa de negociação. “Temos que nos unir. Estamos cansados de receber só inflação e o que a gente mais recebe é aumento de trabalho”, criticou o trabalhador Olivardo Acarine.

No próximo dia 5 de abril, terça-feira, terá nova assembleia no hospital para tratar do ACT.

FGTS

O Fundo de Garantia dos trabalhadores FUNPAR/HC está há três meses atrasado. O problema vem se arrastando desde 2015, mesmo depois de o reitor Zaki Akel garantir que atrasos não iriam se repetir ao longo de 2016. “O Fundo de Garantia é necessidade, é prioridade! Nós estamos sendo desrespeitados diariamente”, lamentou Isoleide, da categoria FUNPAR/HC.

Ato 1º de abril

Depois da assembleia os trabalhadores seguiram para o Ato “Contra as mentiras dos governos’ e pelo “Fora Todos”, na Praça Santos Andrade.

Adriana Possan
Assessoria de Comunicação do Sinditest-PR

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