Confira o informe, o relato, da reunião com MGI, nesta terça 16 de dezembro.
Reunião que começou de forma tensa, pois o MGI afirmou que o governo já havia cumprido o acordo de greve com o projeto de lei enviado (PL 6170/2025), enquanto as entidades sindicais discordaram, alegando que o texto do MGI continha “travas” que inviabilizavam o acesso ao RSC na prática.
As entidades argumentaram que a regulamentação do RSC deveria seguir o texto construído coletivamente na CNSC (Comissão Nacional de Supervisão da Carreira) do MEC, que consideram um documento de governo paritário. Após mais de três horas de debate, o MGI sinalizou a possibilidade de rever pontos críticos (como limite de 70% dos servidores, exclusão de aposentados com paridade, regras de pontuação restritivas, etc.), mas não aceitou a proposta da CNSC integralmente.
Uma nova reunião foi agendada para 19 de janeiro (de 2026) para discutir os estudos de impacto, data que as entidades consideraram distante, reafirmando que a greve permanece como uma possibilidade caso o acordo não seja implementado.
Fasubra exige do governo o cumprimento integral do Acordo de Greve
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