Ao longo da última semana, coordenadoras e coordenadores do SINDITEST-PR realizaram visitas a diversos campi do interior com o objetivo de dialogar diretamente com as trabalhadoras e os trabalhadores técnico-administrativos em educação (TAEs) sobre o cenário da greve, seus desafios e as principais reivindicações da categoria.
A iniciativa buscou aproximar a direção sindical da base, promovendo espaços de escuta, debate e troca de informações sobre o andamento da mobilização nacional. Durante os encontros, foram apresentados informes atualizados sobre a greve da categoria em todo o país, além de análises sobre o contexto político e as negociações que envolvem as demandas dos servidores e servidoras das instituições federais de ensino.
Além da conjuntura nacional, as visitas também abriram espaço para o debate das pautas locais de cada campus. A direção do sindicato destacou que períodos de mobilização coletiva, como o atual, são momentos importantes para impulsionar reivindicações históricas da categoria. Entre os temas discutidos estiveram condições de trabalho, organização da jornada, valorização profissional e o reconhecimento das demandas específicas de cada unidade.
Outro aspecto enfatizado durante os encontros foi a importância da organização local e da participação ativa da base nas assembleias, reuniões e atividades convocadas pelo sindicato. A ampliação da mobilização, segundo a coordenação do SINDITEST-PR, é fundamental para fortalecer a capacidade de pressão da categoria nas negociações.
A recepção das servidoras e dos servidores nos campi visitados foi positiva, com participação significativa nos encontros e um ambiente de diálogo produtivo sobre os rumos da mobilização. Mesmo em locais onde a greve ainda não foi deflagrada, houve grande interesse em compreender o processo de construção do movimento e discutir estratégias para fortalecer a luta coletiva.
Para a coordenação do SINDITEST-PR, a presença nos campi do interior é essencial para manter a categoria informada, mobilizada e articulada. O sindicato reafirma que a conquista de avanços concretos depende da unidade e da participação ativa das trabalhadoras e dos trabalhadores em todos os espaços da universidade.

