Servidores técnico-administrativos intensificam pressão em Brasília por valorização e atendimento das pautas

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Servidores técnico-administrativos em educação, organizados pela FASUBRA Sindical, realizaram um ato de mobilização em frente ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), em Brasília, como parte da agenda nacional de luta da categoria. A manifestação reuniu trabalhadores de diversas universidades e institutos federais que estão em greve, reforçando a cobrança por respostas concretas do governo federal diante das reivindicações acumuladas ao longo dos últimos anos.

Pressão por negociação efetiva – Durante o ato, dirigentes sindicais e representantes da base destacaram a insatisfação com a lentidão nas negociações e a ausência de propostas que atendam de forma efetiva as demandas da categoria. Entre os principais pontos estão:
. Reestruturação da carreira dos técnico-administrativos;
. Recomposição salarial frente às perdas inflacionárias;
. Valorização profissional;
. Melhores condições de trabalho nas instituições federais.

As falas ressaltaram que a greve é resultado direto da falta de avanços nas mesas de negociação e da necessidade de pressionar o governo a assumir compromissos reais com os servidores públicos.
O ato no MGI integra uma série de mobilizações nacionais organizadas pela Fasubra, que tem buscado ampliar a visibilidade da greve e fortalecer a unidade entre os trabalhadores. Com palavras de ordem, faixas e intervenções, os manifestantes reafirmaram que a luta segue até que haja avanços concretos.
A presença de caravanas de diferentes estados demonstra o alcance nacional do movimento e o nível de mobilização da categoria, que mantém paralisações em diversas instituições federais de ensino.

Governo é cobrado por respostas imediatas – A categoria cobra do governo federal a apresentação de propostas que contemplem as reivindicações históricas dos técnico-administrativos. Para os manifestantes, o momento exige mais do que diálogo: é preciso compromisso político com a valorização do serviço público. Dirigentes reforçaram que, caso não haja avanços nas negociações, a tendência é de intensificação da greve e ampliação das mobilizações em todo o país.

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